Engenharia profissão do futuro
A Federação Nacional dos Engenheiros – FNE anunciou este mês o resultado de um estudo que coloca a engenharia como profissão do futuro. De acordo com o presidente da FNE, Murilo Pinheiro, o desenvolvimento do país deve servir de estímulo para o ingresso na carreira. Ele alerta para a falta de engenheiros no país, após anos de desvalorização da profissão. "Projetos como o PAC, o pré-sal e o Minha Casa, Minha Vida demandam milhares de profissionais", salienta.
Dados da pesquisa "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento" revela que apenas no setor petrolífero serão necessários cerca de 170 mil profissionais nos próximos anos. Os 2.032 cursos oferecidos no país formam cerca de 40 mil profissionais por ano, número que precisaria ser dobrado para 80 mil em um prazo de seis a dez anos, nas contas do especialista.
Petróleo e gás
Para suprir a falta de profissionais no setor de energia, inclusive engenheiros, a Petrobras financia um plano de qualificação profissional do Programa de Mobilização Nacional da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural - Prominp, que deve chegar até março deste ano com 78 mil pessoas capacitadas em 15 estados. Além desses profissionais, a execução do Plano de Negócios da Petrobras para o período 2009-2013 vai demandar a qualificação de mais 207 mil pessoas, em 185 categorias profissionais, para o atendimento dos empreendimentos previstos para esse período em 13 estados. Serão investidos R$ 554 milhões no treinamento de mão de obra. Os salários variam de R$ 1,1 mil a R$ 5,6 mil.
Fonte: Portal UOL

